quinta-feira, 9 de julho de 2015

Microwaving food in plastic linked to diabetes: study

Put your food in a glass container or on a non-plastic plate instead.
Nuke your food in plastic and you could be dropping a bomb on your health.

Toxic chemicals from such containers leech into food when heated — and can cause insulin resistance and elevated blood pressure, two harbingers for diabetes.

The chemicals enter the body even when not heated, but at much smaller doses, says lead author Dr. Leonardo Transande, a professor at NYU Langone.

“Heating enhances contamination,” he told the Daily News.

Trasande and his team studied two phthalates — compounds in plastics — that were introduced over the last 10 years after a similar compound was found to be dangerous.

The two replacement chemicals weren't all that better, according to researchers, who found a "significant association" between high blood pressure and the chemicals.

An earlier study from May found a link between the chemicals and insulin resistance, a precursor to diabetes in which the body can’t use the hormone it makes.

Even just a little exposure to phthalates was worrisome because it can have “lifelong effects,” Trasande said.

To lower your risk, don't heat plastic containers and plastic wrap in the microwave, and don't put plastic containers in the dishwasher. Also, avoid drinking from plastic bottles that have the number 3, 6 or 7 stamped on the bottom — a sign that the bottles have questionable chemicals in them.

In addition, toss any containers that are edged or scarred from overuse. That means their protective layers are worn out and "suggests a higher leeching," Trasande said.

Previous research has called phthalates' safety into question, but they've never been proven to have a direct adverse effect on health. BPA is another common chemical that's rumored to be dangerous, but it is in a different chemical class.

Federal law does not require chemicals to be tested before they're used on large populations.

"(There are) ongoing flaws to the regulatory framework (that) chemicals are innocent until proven guilty," said Trasande.

The study builds on previous research linking environmental toxins to metabolic conditions. Behind diet and exercise, “mounting evidence suggest chemicals may represent a substantial third factor" in our nation’s obesity crisis, Trasande said.

FONTE:

http://m.nydailynews.com/life-style/health/chemicals-plastic-linked-health-problems-study-article-1.2285790 


TRADUZIDO PELO GOOGLE:


Coloque seu alimento num recipiente de vidro ou sobre uma placa não plástico em vez.
Armas nucleares a sua comida em plástico e você poderia estar soltando uma bomba sobre a sua saúde.

Os produtos químicos tóxicos de tais recipientes sanguessuga em comida quando aquecida - e pode causar resistência à insulina e pressão arterial elevada, dois arautos para diabetes.

Os produtos químicos entram no corpo mesmo quando não aquecida, mas em doses muito menores, diz o principal autor Dr. Leonardo Transande, professor da NYU Langone.

"Aquecimento aumenta a contaminação", disse ao Daily News.

Trasande e sua equipe estudaram dois ftalatos - compostos em plásticos - que foram introduzidas ao longo dos últimos 10 anos depois de um composto semelhante foi encontrado para ser perigoso.

Os dois produtos químicos de substituição não foram todos que melhor, de acordo com pesquisadores, que encontraram uma "associação significativa" entre a pressão arterial elevada e os produtos químicos.

Um estudo anterior de Maio encontraram uma ligação entre os produtos químicos e resistência à insulina, um precursor da diabetes em que o corpo não pode usar o hormônio que faz.

Mesmo apenas um pouco de exposição aos ftalatos era preocupante porque pode ter "efeitos ao longo da vida", disse Trasande.

Para reduzir o risco, não aquecer recipientes de plástico e filme plástico no microondas, e não colocar recipientes de plástico na máquina de lavar. Além disso, evitar beber de garrafas de plástico que têm o número 3, 6 ou 7 estampados no fundo - um sinal de que as garrafas têm substâncias químicas questionáveis ​​neles.

Além disso, lance quaisquer recipientes que são afiadas ou cicatrizes por excesso de uso. Isso significa que suas camadas de proteção estão desgastados e "sugere uma leeching superior", disse Trasande.

Pesquisas anteriores já haviam chamado a segurança em causa 'ftalatos, mas nunca foi provado ter um efeito adverso directo sobre a saúde. BPA é um outro produto químico comum que é rumores de ser perigoso, mas é em uma classe química diferente.

A lei federal não requer produtos químicos a serem testados antes de serem utilizados em grandes populações.

"(Há) falhas em curso do quadro regulamentar (que) os produtos químicos são inocentes até prova em contrário", disse Trasande.

O estudo baseia-se em pesquisas anteriores que liga toxinas ambientais para condições metabólicas. Atrás de dieta e exercício, "evidências crescentes sugerem produtos químicos pode representar um terceiro fator substancial" na crise de obesidade da nossa nação, disse Trasande.





quinta-feira, 2 de julho de 2015

ÔMEGA 6


Ácidos graxos n−6 (popularmente conhecidos como ácidos graxos ω−6 ou ácidos graxos ômega-6) são uma família de ácidos graxos insaturados que tem em comum uma terminação carbono–carbono na posição n−6, ou seja, na sexta ligação, a partir de sua terminação metil.
Os efeitos biológicos dos ácidos graxos n−6 são mediados por sua conversão em eicosanoides n-6 que se ligam a diversos receptores encontrados em todos os tecidos do corpo. A conversão de tecido ácido araquidônico (20:4n-6) para n-6 Prostaglandina e n-6 hormônios Leucotrienos é objeto de vários estudos para remédios e tratamentos para diminuir excessivas ações n-6 em arteriosclerose, asma, artrite, doenças vasculares, trombose, processos imuno-inflamatórios e proliferação de tumores. Interações competitivas com o ômega 3 afetam a reserva, mobilização, conversão e ação dos precursores eicosanoides n-3 e n-6.
Estudos de 2008 com ratos sugerem que o ácido araquidônico, uma gordura ômega 6, pode destruir neurônios, causando o Mal de Alzheimer1 .

Efeitos negativos para a saúde[editar | editar código-fonte]

Algumas pesquisas médicas sugerem que níveis excessivos de ácidos graxos n-6, em relação a certos ácidos graxos n-3, podem aumentar a probabilidade de ocorrência de algumas doenças.2 3 4
As dietas ocidentais contemporâneas tipicamente têm proporções de ômega 6 para ômega 3 em excesso de 10 para 1, algumas chegam a 30 para 1. A razão indicada é estimada em 4 para 1 ou menor.5 6
Excesso de gorduras n-6 interfere com os benefícios à saúde de gorduras n-3, em parte, porque elas competem pelas mesmas enzimas. A alta proporção de gorduras n-6 para n-3 na dieta altera o estado fisiológico dos tecidos em direção ao aparecimento de várias doenças: pro-trombóticas, pro-inflamatórias e pro-constritivas.7
A produção crônica excessiva de eicosanoides n-6 é associada com ataques cardíacos, derrame trombótico, arritmia, artrite, osteoporose, inflamação, alterações de humor, obesidade e câncer.8 Vários medicamentos usados para tratar e administrar essas condições agem bloqueando os efeitos da potente gordura n-6, o ácido araquidônico.9 Vários passos na formação e ação dos hormônios n-6 a partir de ácido araquidônico seguem mais vigorosamente do que os correspondentes passos competitivos na formação e ação de hormônios n-3 a partir de ácido eicosapentaenoico.10 As medicações inibidoras COX-1 e COX-2, usadas para tratar inflamação e dor, agem prevenindo que as enzimas COX convertam ácido araquidônico em compostos inflamatórios.11 Os medicamentos inibidores de LOX frequentemente usados para tratar asma agem prevenindo que a enzima LOX converta o ácido araquidônico em leucotrienos. 12 13 Vários dos medicamentos anti-mania usados para tratar o distúrbio bipolar agem alvejando a cascata de ácido araquidônico no cérebro.14
Um alto consumo de omega-6 ácidos graxos polinsaturados (PUFAs), os quais são encontrados na maior parte dos óleos vegetais, pode aumentar a probabilidade de mulheres pós menopausa desenvolvam câncer de mama.15 Efeitos similares foram observados em relação ao câncer de próstata.16 Outras análises sugeriram uma associação inversa entre ácidos graxos polinsaturados e risco de câncer de mama, porém ácidos graxos polinsaturados individualmente considerados comportam-se diferentemente. [...] um derivativo 20:2 de ácido linoleico [...] foi inversamente associado com o risco de câncer de mama.17

Fontes dietárias[editar | editar código-fonte]

Os quatro principais óleos alimentares (palma, soja, canola, e girassol) provêm mais de 100 milhões de toneladas anualmente, provendo mais de 32 milhões de toneladas de ácido linoleico n-6 e 4 milhões de toneladas de ácido alfa-linoleico.18
Fontes dietéticas de ácidos graxos n-6 incluem:19



FONTE:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ômega_6#Fontes_diet.C3.A1rias

domingo, 14 de junho de 2015

NOVOS TRATAMENTOS PARA HEPATITE C


Você está preparado para receber os novos tratamentos para hepatite C?

15/06/2015 

Novos medicamentos para tratamento da hepatite C estão chegando. Além do interferon e da ribavirina vários medicamentos de uso oral, alguns combinados entre si e em alguns casos até combinados com o interferon peguilado serão as opções para o tratamento. 

Pensar que em 1995 quando eu tratei minha hepatite C a possibilidade de cura era de 7% e durante 21 meses tomei interferon três vezes por semana e cinco pílulas de ribavirina ao dia, no total tomei mais de 3 quilos de ribavirina e apliquei 282 ampolas de interferon, mas valeu o enorme sacrifício e estou curado há 18 anos. 

Agora com os novos medicamentos os tratamentos passam a ser de curta duração, entre 12 e 24 semanas, com possibilidade de cura de aproximadamente 90% no total, em alguns casos muito acima disso. 

Mas para ter sucesso é necessário estar preparado para o tratamento. 

A INFORMAÇÃO É FUNDAMENTAL
 

Antes do tratamento é muito importante aprender o máximo possível sobre a doença e o tratamento. Converse com outras pessoas que passaram pelo tratamento, elas são os melhores especialistas. Fale abertamente com seu médico, pergunte tudo o que tiver de duvidas. Existindo algum grupo de apoio ativo na sua região frequente as reuniões. Pesquise na internet em sites confiáveis ou em grupos no Facebook onde vai encontrar apoio. 

Mas tenha cuidado, em geral os pacientes mais graves são os que colocam mais postagens no Facebook, passando a impressão que a doença e o tratamento são muito ruins. Quem esta bem raramente escreve. Também uma boa fonte de informação são os sites e o Facebook dos fabricantes de medicamentos para orientar os pacientes. 

CUIDANDO DA VIDA PROFISSIONAL 

O tratamento com interferon peguilado pode provocar efeitos colaterais que podem prejudicar o trabalho. Se a indicação de tratamento utiliza interferon é necessário comunicar no trabalho que durante o período de tratamento poderá não ter o mesmo rendimento como de costume. 

Seja qual for o tratamento, inclusive sem interferon, a necessidade de realizar exames e consultas médicas poderá comprometer o horário de trabalho. 

Os tratamentos livres de interferon provocam menos efeitos colaterais, mas aqueles com maior dano no fígado podem ter alguns efeitos de maior grau. 

Sempre que possível comunique o tratamento a seu chefe, mas tenha sempre uma testemunha presente ou grave a conversa no seu celular, para ser utilizada judicialmente caso venha a ter uma demissão arbitraria pela doença. 

CUIDANDO DA VIDA FAMILIAR E SOCIAL 

Comunique a sua família e amigos íntimos a sua condição de infectado e explique o tratamento que vai realizar. Não está escrito na sua testa que você tem hepatite C ou que está em tratamento! 

Mudanças na suas atitudes podem acontecer e a sua família e amigos ignorando sua situação podem entender que você passou a não mais gostar deles. 

A ajuda da família é fundamental para levar o tratamento até o fim! 

PREPARANDO SEU CORPO 

O tratamento da hepatite C é um processo que requer a mente e o corpo preparados em boa forma. Álcool, especialmente em grandes quantidades, pode acelerar a progressão dos danos ao fígado. 

Você poderá ser obrigado a abster-se de álcool e drogas por 6 meses e participar de um programa de tratamento da dependência para receber o tratamento. 

Exercício físico moderado é recomendado para a maioria das pessoas com hepatite C. Fale com o seu médico antes de iniciar qualquer programa de exercícios. Há muitas maneiras de realizar exercício físico, como caminhadas, yoga, e dança para citar alguns. 

EXAMES MÉDICOS 

Antes de iniciar o tratamento serão solicitados, entre outros, os seguintes exames: 

- Teste de gravidez - Se a ribavirina fizer parte do tratamento toda mulher deve verificar se não está gravida antes de iniciar o tratamento, inclusive se quem vai fazer o tratamento é o seu parceiro homem. 

- Carga viral - HCV RNA - é o teste que confirma a infecção e o resultado serve para acompanhar o tratamento. 

- Genotipagem - Determina o genótipo presente na infecção. Serve para determinar o tipo de tratamento e a duração. 

- Antes do tratamento devem ser realizados exames que incluem o hemograma total, diabetes, tiroide e testes hepáticos entre outros, especialmente para pacientes com mais de 40 anos de idade. 

- Dentista - É interessante uma consulta ao dentista para verificar se é necessário realizar algum procedimento com antecedência, o concluindo antes do iniciar o tratamento da hepatite C. Discuta com seu médico. 

- Vacinas - Podem ser aplicadas durante o tratamento, mas o ideal é tomar todas as vacinas antes de iniciar o tratamento. 

- Ansiedade - Fale com seu médico e se necessário um psiquiatra poderá receitar medicamentos para diminuir a ansiedade e a depressão. 

MEDICAMENTOS 

O tratamento da hepatite C é realizado com medicamentos de uso oral, em alguns poucos casos é necessário os combinar com interferon peguilado injetável. 

Fale com o seu médico para receber explicações detalhadas sobre como e quando tomá-los. Pergunte ao seu médico, caso você esquecer de uma dose, quanto tempo após pode tomar essa mesma. Nunca tome duas doses do mesmo medicamento ao mesmo tempo! 

Se você está pensando em viajar, faça uma cópia de suas receitas para levar com você. 

A responsabilidade do sucesso no tratamento depende do rigor com que o paciente respeita dosagens e horários para tomar o medicamento. O sucesso depende do próprio paciente! 

CUIDANDO DOS EFEITOS COLATERAIS 

Os efeitos colaterais mais comuns do tratamento oral livre de interferon são fadiga, dor de cabeça, náuseas, diarréia e insônia. No entanto, é importante saber que nem todo mundo tem esses efeitos colaterais, e a maioria das pessoas não têm efeitos adversos graves. Nos ensaios clínicos, menos de 1% dos indivíduos tiveram efeitos colaterais que necessitaram da interrupção do tratamento. 

Os efeitos colaterais do tratamento são geralmente passageiros e desaparecem gradualmente após o tratamento. Isso pode levar semanas ou meses, raramente até um ano. 

CONTROLE DA NATALIDADE 

Se ribavirina é parte do tratamento do tratamento: 

CUIDADO!
 Durante o tratamento, tanto do homem como da mulher, use métodos efetivos para não conceberem, utilizando duas barreiras de proteção, a pílula e o preservativo. Este cuidado deve se prolongar por até seis meses após o final total do tratamento. Tanto o interferon como a ribavirina podem causar graves problemas no embrião e no feto. 

MINHAS RECOMENDAÇÕES
 

- Escreva em um papel porque você gostaria de ser tratado e defina metas a serem alcançadas antes de iniciar o tratamento, como atividades físicas que vai realizar, eventos aos quais deseja comparecer, livros para ler, cinema e teatro que vai querer assistir, eventos sociais, etc.. 

- Durante o tratamento consulte a cada dois ou três dias isso que você escreveu. É uma excelente ideia para ficar motivado. 

- Marque no calendário a data estimada para terminar o tratamento, essa deve ser a meta principal! 

- Lembre que se bem a grande maioria vai conseguir a cura, um pequeno número de pacientes não vai ter sucesso. Isso não deve ser angustiante, pois afortunadamente hoje em dia existem outras opções de tratamento para tentar novamente. 

- Mantenha sempre a mão os telefones de contato do médico e serviços assistências, pois poderá necessitar em algum momento, inclusive em feriados, algum cuidado médico. 

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com


FONTE:
http://hepato.com/p_cura/020_cura_port.php

sábado, 11 de outubro de 2014

Explicando o que é o "Harvoni®"


Explicando o que é o "Harvoni®" aprovado pelo FDA para tratamento da hepatite C

11/10/2014 

- "Harvoni®" é a marca comercial de um novo medicamento para tratamento da hepatite C. 

- "Harvoni®" combina em uma única pílula os medicamentos sofosbuvir (400 mg) e ledipasvir (90 mg), os dois desenvolvidos pela fabricante Gilead. 

- "Harvoni®" foi aprovado pela agencia reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, o FDA, em 10 de outubro de 2014. Estados Unidos é o primeiro e único país onde já foi aprovado. 

- "Harvoni®" foi aprovado para tratamento do genótipo 1 da hepatite C. 

- "Harvoni®" ainda não está à venda. Deverá passar a ser comercializado nos próximos dias. Ainda não se conhece o preço a que será vendido. A minha estimativa pessoal é que nos Estados Unidos será vendido por uns 100,000.- dólares, preço pouco superior ao preço do sofosbuvir que é vendido a 84.000.- dólares no mercado Americano. 

- "Harvoni®" combina o ledipasvir um inibidor da fração NS5A do vírus com o sofosbuvir que é um inibidor da polimerase. Sofosbuvir é um medicamento que foi aprovado com o nome de Sovaldi® no final de 2013 e que se encontra a venda em vários países. 

- "Harvoni®" foi aprovado pelo FDA por dados de três ensaios clínicos de Fase 3: ION-1, ION-2 e ION-3. 

- Os ensaios clínicos ION-1, ION-2 e ION-3 incluíram quase 2.000 pacientes infectados com o genótipo 1 da hepatite C que receberam tratamento por 8, 12 ou 24 semanas de com "Harvoni®", com ou sem ribavirina. 

- No estudo ION-1, foram tratados infectados com o genótipo 1, incluindo 136 com cirrose, que receberam tratamento antiviral pela primeira vez, a cura foi obtida por 97,7% em 12 semanas de tratamento. 

- No estudo ION-2 foram tratados infectados com o genótipo 1 considerados difíceis de tratar por serem não respondedores a um tratamento anterior efetuado com interferon peguilado e ribavirina. Incluindo no grupo 88 pacientes com cirrose a cura foi obtida por 93,6% no tratamento de 12 semanas e por 99,1% dos que receberam tratamento por 24 semanas. 

- No estudo ION-3 foram tratados infectados com o genótipo 1, sem cirrose, a cura foi obtida por 94% dos pacientes em somente oito semanas de tratamento e por 95,4% dos pacientes que receberam tratamento durante 12 semanas. 

- Entre os pacientes incluídos que receberem somente "Harvoni®" sem utilização da ribavirina a cura ficou entre 94% e 99%. Uma notícia excelente, pois muito não irão precisar de ribavirina. 

- Os efeitos adversos mais comuns observados nos ensaios clínicos afetaram menos de 5% dos pacientes e foram: fadiga, dor de cabeça, náuseas, diarreia e insônia. 

- Tratamento de 12 semanas, uma pílula ao dia, para pacientes infectados com o genótipo 1 que nunca receberam tratamento da hepatite C, com ou sem cirrose. 

- Tratamento de 12 semanas, uma pílula ao dia, para pacientes infectados com o genótipo 1 não respondedores a um tratamento anterior da hepatite C, sem cirrose. 

- Tratamento de 24 semanas, uma pílula ao dia, para pacientes infectados com o genótipo 1 não respondedores a um tratamento anterior da hepatite C, com cirrose. 

APROVAÇÃO NO BRASIL E OUTROS PAÍSES 

É impossível realizar qualquer estimativa de quando será aprovado o "Harvoni®" em outros países, pois isso depende da velocidade com que atuam as agencias reguladoras. 

No Brasil a espera pode ser longa. A burocracia e lentidão da ANVISA prejudica quem necessita de novos e inovadores medicamentos. A aprovação do sofosbuvir, simeprevir e daclatasvir, medicamentos que conseguem curar mais de 85% dos pacientes, está na ANVISA, emperrada, sem resposta ou posicionamento. 

No Brasil com 200 milhões de habitantes morrem 1,3 milhões de pessoas por ano podemos, então, calcular que dos estimados 2,5 ou 3 milhões de infectados com hepatite C estariam morrendo uns 19.500 a cada ano, isso se todos morressem de velhice, mas como muitos morrem pela doença o número de mortes entre os infectados com hepatite C é infinitamente maior. 

Sabendo que existem medicamentos que poderiam salvar a vida de milhares de infectados com hepatite C, porque motivo a ANVISA não deseja acelerar a apreciação e aprovação dos novos medicamentos para tratamento da hepatite C? 

Essa demora da ANVISA está "matando" milhares de infectados que poderiam salvar suas vidas se os medicamentos já estivessem disponíveis no Brasil. 

Carlos Varaldo
www.hepato.com
hepato@hepato.com
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Fonte:
http://hepato.com/a_noticias/060_a_noticias_port.php