segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

HEPATITE E

Hepatite E: um vírus negligenciado

12/12/2016

Editorial da revista "The Lancet" fala sobre uma das hepatites mais negligenciadas entre os cinco vírus das hepatites, a hepatite E, no entanto, a hepatite E é uma das causas mais comuns de hepatites no mundo. É estimado que a cada ano aconteçam 20 milhões de infecções, a maioria assintomáticas, embora uns 3,3 milhões de infectados apresentem sintomas e 56.600 mortes aconteçam por ano devido a hepatite E.

A infecção aguda na hepatite E não tende de evoluir para uma forma crônica, exceto, por exemplo, em transplantados, infectados pelo HIV (AIDS) e imunossuprimidos. Pessoas com doenças no fígado, como os infectados com as hepatites B e C, estão em risco de exacerbação dessas hepatites caso sejam infectados com a hepatite E. A infecção com a hepatite E também provoca manifestações extra-hepáticas potencialmente graves, tais como sintomas neurológicos, pancreatite, lesões nos rins, e trombocitopenia.

Os países desenvolvidos achavam que as infecções estavam limitadas a pessoas que retornavam de viagens a regiões endêmicas, mas na última década situação mudou e acontecem infecciones entre os habitantes. A hepatite E já é a causa mais comum de hepatite aguda nos países da União Europeia.

Existem quatro genótipos do vírus da hepatite E. Os genótipos 3 e 4 são transmitidos através de alimentos contaminados, em especial carne de porco, que não seja cozido adequadamente.

A transmissão também pode acontecer por sangue utilizada em transfusões que não tenha sido devidamente testada. 

O vírus é endêmico nas regiões da Ásia e da África, onde predominam os genótipos 1 e 2, os quais são transmitidos por via fecal-oral, forma idêntica a transmissão da hepatite A. Agua contaminada é uma fonte de contaminação, assim como a transmissão da mãe para o filho durante o parto. Nessas áreas a hepatite E afeta adultos jovens com uma taxa de mortalidade entre 0.5% e 4%, aumentado em crianças jovens, com menos de dois anos. Entre mulheres gravidas, em especial no terceiro mês de gravides a mortalidade chega a uma taxa entre 10% e 25%.

O diagnóstico precoce é fundamental porque o tratamento com ribavirina pode eliminar a infecção, no entanto a prevenção é fundamental uma vez que a ribavirina é contraindicada em populações de risco, entre elas as mulheres gravidas.

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Hepatitis E: a neglected vírus - Editorial - The Lancet Gastroenterology & Hepatology - Published: December 2016 - http://dx.doi.org/10.1016/S2468-1253(16)30152-2 


Carlos Varaldo
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FONTE: http://hepato.com/p_outras_hepatites/009_outras_port.php








sábado, 3 de dezembro de 2016

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS...


Cuidado com as interações medicamentosas durante o tratamento da hepatite C!

05/12/2016

Existe um site (em inglês) para saber se os medicamentos utilizados no tratamento das hepatites podem provocar uma interação medicamentosa com outros medicamentos ou suplementos que o paciente esteja fazendo uso.

Para conhecer uma possível interação entre os medicamentos, pacientes mono-infectados com hepatite C devem acessar o site  http://www.hep-druginteractions.org/checker

Pacientes co-infectados HIV/HCV devem acessar o site  http://www.hiv-druginteractions.org/checker

É tudo muito rápido e simples. Marcando o nome dos medicamentos para tratamento na primeira coluna e na coluna seguinte marcar o medicamento (deve colocar princípio ativo, não o nome comercial) que eventualmente o paciente esteja tomando. O resultado é imediato!

ATENÇÃO: Se você estiver tomando medicamentos, xaropes, vitaminas, ervas em forma de chás ou comprimidos ou, suplementos de qualquer tipo, deixe de fazer uso semanas antes de iniciar o tratamento da hepatite C e nada tome durante o tratamento, pois poderá colocar tudo a perder.
Carlos Varaldo
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hepato@hepato.com



FONTE

http://hepato.com/p_medicamentos/028_medicamentos_port.php

domingo, 27 de novembro de 2016

NOVOS MEDICAMENTOS ...



Está chegando um medicamento para quem não teve sucesso com o tratamento com os medicamentos livres de interferon - AASLD 2016

28/11/2016

Foram apresentados no Congresso Americano de Fígado - AASLD 2016 - os resultados dos quatro estudos POLARIS realizados pela empresa Gilead com um novo medicamento para tratamento da hepatite C de todos os genótipos que utiliza 1 comprimido ao dia.

O novo medicamento combina as drogas sofosbuvir com o velpatasvir e o voxilaprevir.

Nos estudos POLARIS-1 e POLARIS-4 foram incluídos pacientes que tinham fracassado a um tratamento com os medicamentos orais de ação direta (DAA) livres de interferon. Todos os pacientes receberam tratamento com a combinação sofosbuvir / velpatasvir / voxilaprevir.

No POLARIS-1 com 415 pacientes que tinham fracassado a um tratamento com os medicamentos orais de ação direta (DAA) livres de interferon, infectados com os genótipos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, entre os quais 41% já com cirrose, a cura foi conseguida por 96% dos pacientes em tratamento de 12 semanas.

No POLARIS-4 com 333 pacientes que tinham fracassado a um tratamento com os medicamentos orais de ação direta (DAA) livres de interferon, infectados com os genótipos 1, 2, 3 e 4, entre os quais 46% já com cirrose, a cura foi conseguida por 97% dos pacientes

Nos estudos POLARIS-2 e POLARIS-3 foram incluídos pacientes que nunca antes tinham recebido qualquer tratamento antiviral. Todos os pacientes receberam tratamento com a combinação sofosbuvir / velpatasvir / voxilaprevir.

No POLARIS-2 com 941 pacientes nunca antes tratados com qualquer tratamento antiviral, infectados com os genótipos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, entre os quais 18% já com cirrose, a cura foi conseguida por 95% dos pacientes em tratamento de 8 semanas.

No POLARIS-3 com 219 pacientes nunca antes tratados com qualquer tratamento antiviral oral (31% eram não respondedores a um tratamento com interferon), infectados com o genótipo 3, todos com cirrose, a cura foi conseguida por 96% dos pacientes em tratamento de 8 semanas.

MEU COMENTÁRIO

Diante dos resultados em especial para aqueles que não responderam a tratamentos com os novos medicamentos orais, a agencia reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, o FDA, outorgou regime de prioridade na análise para aprovação do medicamento.

Quando aprovado o tratamento com a combinação sofosbuvir / velpatasvir / voxilaprevir será o primeiro tratamento para tratar todos aqueles que fracassaram ao utilizar qualquer medicamento oral de ação direta - DAA - livre de interferon. 

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FONTE
http://hepato.com/EASL-2014/077_AASLD_2016_port.php

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

MEDICAMENTOS para HEPATITE C "FALSOS"



URGENTE - Medicamento falso - Sofosbuvir + Ledipasvir

ANVISA solicita apreensão e inutilização do SOFOSBUVIR + LEDIPASVIR da Pharco no Brasil

26/08/2016
RESOLUÇÃO-RE No - 2.291, DE 25 DE AGOSTO DE 2016


O Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 151, V e VI, e o art. 54, I, § 1º do Regimento Interno aprovado nos termos do Anexo I da Resolução da Diretoria Colegiada - RDC n° 61, de 3 de fevereiro de 2016, e a Resolução da Diretoria Colegiada - RDC nº 99, de 02 de agosto de 2016; considerando o art. 62, caput e II, da Lei nº 6.360, de 23 de setembro de 1976; 




- considerando o art. 7º, XV, da Lei nº 9.782 de 26 de janeiro de 1999; 

- considerando comunicado emitido pela autoridade sanitária norte americana Food and Drug Administration - FDA, informando sobre a comercialização do produto sem registro LEDSO, SOFOSBUVIR + LEDIPASVIR, 400 mg + 90 mg, lote 0022, cuja embalagem indica como fabricante a empresa Pharco Corporation, localizada em Alexandria, Egito; 

- considerando que, de acordo com o comunicado citado, a empresa informou que não comercializa o suposto medicamento e nem produtos compostos pela associação de sofosbuvir + ledipasvir, tratando-se, portanto, de falsificação 

RESOLVE: 

Art. 1º Determinar, como medida de interesse sanitário, a apreensão e inutilização, em todo o território nacional, das unidades do lote 0022, (Val 04/2017) do medicamento LEDSO, SOFOSBUVIR + LEDIPASVIR, 400 mg + 90 mg, em cujo rótulo consta o fabricante Pharco Corporation, localizada em Alexandria, Egito. 

Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. 
JOSÉ CARLOS MAGALHÃES DA SILVA MOUTINHO

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domingo, 7 de agosto de 2016

Benefícios com a cura da hepatite C

Benefícios com a cura da hepatite C

04/08/2016 

A cura da hepatite C, chamada cientificamente de "Resposta Viral Sustentada" é o resultado ideal para os infectados. 

Um estudo realizado na Escócia no banco de dados do governo com 3.385 pacientes tratados para hepatite C entre 1996 e 2011 levantou nesses pacientes os eventos relacionados ao fígado, ou não relacionados, quando aconteceu a primeira internação grave pelo fígado, doenças cardiovasculares acontecidas, doenças respiratórias, neoplasias, intoxicação por álcool, intoxicação por drogas e lesões relacionadas com violência. 

Foi determinada a associação entre a cura da hepatite C e cada evento acontecido nos pacientes, para considerar a redução do risco relativo e o risco absoluto, comparando os eventos com a gravidade da doença hepática. Os 3.385 pacientes foram acompanhados durante 5,3 anos (em média). 

RESULTADOS 

- Os infectados com hepatite C que obtiveram a cura da doença apresentavam uma redução superior aos 75% do risco de mortalidade relacionada ao fígado com doença altamente elevada em comparação com os não curados. 

- A mortalidade por causas não relacionadas ao fígado foi 32% menor entre os infectados curados em comparação com os que não obtiveram a cura. 

- Foi observada uma redução de 30% no risco de hospitalização por doenças cardiovasculares nos que obtiveram a cura da hepatite C em relação aos não curados. 

Concluem os pesquisadores que em geral a cura da hepatite C é associada com um risco reduzido para uma variedade de problemas relacionados, ou não, ao fígado e que essa redução também depende de mudanças comportamentais e de estilo de vida, levando uma vida mais saudável. 

Este artigo foi redigido com comentários e interpretação pessoal de seu autor, tomando como base a seguinte fonte:
Toward a more complete understanding of the association between a hepatitis C sustained viral response and cause-specific outcomes - Innes HA, McDonald SA, Dillon JF, Allen S, Hayes PC, Goldberg D, Mills PR, Barclay ST, Wilks D, Valerio H, Fox R, Bhattacharyya D, Kennedy N, Morris J, Fraser A, Stanley AJ, Bramley P, Hutchinson SJ - Hepatology. 2015 Aug;62(2):355-64. 


Carlos Varaldo

Fonte:
http://hepato.com/p_cura/028_cura_port.php

terça-feira, 29 de março de 2016

Hepatite C - Histórias reais na guerra contra a doença


28/03/2016

O livro "Hepatite C - Histórias reais na guerra contra a doença"


Neste livro com 128 páginas o leitor vai conhecer 16 histórias de vida, pessoas que passaram por vários tratamentos. Algumas conseguiram se curar; outras, não. Mas o que importa é conhecer o que elas passaram. Essas histórias mostram que sempre vale a pena lutar pela vida, enfrentando as agruras do tratamento e a discriminação e o estigma que a hepatite C carrega na sociedade. 

Você vai encontrar histórias de pacientes que realizaram seis tratamentos, com duração de mais 11 anos contínuos e outros que enquanto estávamos editando o livro realizaram tratamentos com os novos medicamentos livres de interferon e resultaram curados. 

Ao final do livro você vai ter aprendido que perseverança, fé, pensamento positivo e otimismo são fundamentais para vencer a guerra contra o "bichinho" da hepatite C. 

A hepatite C não deve ser encarada com medo. Mas para conseguir a cura é fundamental dar o primeiro passo, fazendo o teste para saber se o vírus está presente. A propósito, você já fez o teste? 

COMO BAIXAR GRATUITAMENTE O LIVRO: 

O livro pode ser lido em computadores tablets e leitores digitais de livros (e-readers).  

Para leitura em computadores baixe o arquivo PDF que se encontra em: http://www.hepato.com/images/Hepatite_C_Historias_reais.pdf 

Caso você não tenha um programa para leitura de arquivos PDF é só baixar o Adobe Acrobat Reader, que é um leitor de PDF. Esse download pode ser feito gratuitamente no site: https://get.adobe.com/br/reader/otherversions/ 

Já se você tem um leitor de livros (e-readers) baixe o arquivo em formato digital EPUB, com o qual a leitura fica bem melhor. O livro em EPUB pode ser baixado em: http://www.hepato.com/images/Hepatite_C_Historias_reais.epub 

IMPRESSÃO: 

Os que desejarem imprimir o livro devem utilizar a versão em PDF. A impressão vai consumir somente 64 folhas de papel, pois em cada folha são impressas duas páginas do livro. 

Mais uma ação do Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite colaborando na divulgação das hepatites.

Carlos Varaldo
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GRUPO ELFA

FG FARMA





http://www.fgfarma.com.br/index.php








LINHAS DE CONTATO:

    HOSPITAIS E CLINICAS
    Telefone: 55 11 3502-4350
    E-Mail: comercial@fgfarma.com.br
    PACIENTES/PESSOA FÍSICA
    Telefone: 55 11 3771-2262
    E-Mail: atendimento@fgfarma.com.br





Onde comprar e conseguir orçamentos de: Daklinza® (Daclatasvir) - Olysio® (Simeprevir) - Sovaldi® (Sofosbuvir)- Viekira Pak®




20/07/2015 

- Medicamento Daklinza® (Daclatasvir) da Bristol-Myers Squibb

Distribuidor: Grupo ELFA 

Telefones: (11) 2388-6080 - (61) 3208-2574 - (83) 2106-2500 



- Medicamento Olysio® (Simeprevir) da Janssen

Distribuidor: FG FARMA - Telefones: (11) 3771-2262 



- Medicamento Sovaldi® (Sofosbuvir) da GILEAD

FG FARMA - Telefones: (11) 3771-2262 



- Medicamento Viekira Pak® da Abbvie 
A venda em: 
- Bio Medicamentos Especiais, tel. (11) 3579-2999
- SAR – Medicamentos Especiais, tel. 0800 778 1888
- Farmacias DIMED, tel. 0800-54122200 


Para ilustrar as ações judiciais os preços registrados oficialmente na ANVISA já podem ser baixados, em: 

- Preço máximo autorizado no Brasil para o Daklinza (Daclatasvir), encontrado em  http://www.hepato.com/images/cmed_daclatascir_2015.pdf 

- Preço máximo autorizado no Brasil para o Olysio (Simeprevir), encontrado em http://www.hepato.com/images/cmed_simeprevir_2015.pdf 

Carlos Varaldo
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Fonte:
http://hepato.com/p_planos_de_saude/005_planos_port.php#sthash.wqnlrOJ6.dpuf


segunda-feira, 7 de março de 2016

Já chegou a segunda entrega dos medicamentos aos estados


07/03/2016

Veja estado por estado quantos tratamentos recebeu cada um na segunda entrega, correspondente ao primeiro trimestre de 2016.

Nos meses de janeiro e fevereiro teve uma complementação da entrega do final do ano passado, sendo explicado no cabeçalho que essas entregas não estão listadas nesta totalização.

Uma a terceira entrega correspondente a primeira compra será realizada aproximadamente em junho/julho e nas próximas semanas o governo deverá começar a discussão com os fabricantes para uma nova compra para entrega a partir de setembro/outubro deste ano, para atender mais 12 meses.

Veja a listagem em  http://www.hepato.com/images/tratamentos_1trim_2016.pdf
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FONTE:
http://hepato.com/p_medicamentos/023_medicamentos_port.php



LISTA:

http://www.hepato.com/images/tratamentos_1trim_2016.pdf

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Distribuídos mais 8.324 tratamentos aos estados




O Ministério da Saúde já está despachando aos estados a segunda entrega, com 8.324 tratamentos da hepatite C com sofosbuvir, simeprevir e daclatasvir.

Primeiramente os tratamentos devem ser aprovados pelos estados e depois toda a documentação é analisada em Brasília, uma de cada vez. Quando a documentação está incompleta a solicitação volta para o estado. Na primeira distribuição entre 10% e 20% das solicitações estavam incompletas e foram devolvidas aos estados. Parece muito burocrático, mas devido ao preço é necessário tal cuidado.

A distribuição aos pacientes depende agora da maior ou menor organização e celeridade das secretarias estaduais, mas acredito que com a experiência da primeira entrega no final do ano passado a distribuição agora vai correr muito melhor. Na segunda quinzena de março muitos já estarão recebendo os medicamentos.

Também, pela primeira vez foram autorizados, quando devidamente documentado na solicitação, tratamentos de 24 semanas para casos específicos.

Os pacientes deverão procurar os locais onde foi protocolada a solicitação para saber quando realmente estarão sendo contemplados, sem esquecer que muitas vezes quem atende não possui nenhuma informação e poderá inventar qualquer resposta.

O contrato de compra para atender os primeiros 12 meses prevê 32.000 tratamentos em três entregas. A primeira foi em novembro, agora é distribuída a segunda e, a terceira está prevista para junho ou julho, completando os mais de 30.000 tratamentos comprados pelo ministério da saúde.

A negociação de uma nova compra deverá acontecer na metade do ano a qual esperamos seja de uns 45.000 tratamentos para ter a primeira entrega no último trimestre deste ano. Concretizada essa compra praticamente todos os com fibrose F3 e F4 deverão ter recebido o tratamento e muito possivelmente passe a se contemplar os com fibrose F2 já em 2017.

Em 2015 também foram distribuídas 230.295 ampolas de interferon peguilado, quantidade que aproximadamente atendeu 5.760 tratamentos.

Veja no artigo "Distribuição de tratamentos em novembro de 2015" que se encontra em http://hepato.com/p_medicamentos/022_medicamentos_port.php para saber quantos tratamentos recebeu cada estado.
- See more at: http://hepato.com/p_medicamentos/021_medicamentos_port.php#sthash.k4kzM3qX.dpuf



Fonte:
http://hepato.com/p_medicamentos/021_medicamentos_port.php

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

NOVOS MEDICAMENTOS

Os novos medicamentos começam a chegar aos infectados com hepatite C

21/10/2015


Bom, finalmente os medicamentos até o final do mês estarão chegando aos estados. Agora a responsabilidade na celeridade com que os pacientes serão atendidos depende de cada estado.

Cada estado informou o quantitativo de pacientes que estaria sendo atendida na primeira remessa de medicamentos, totalizando 11.400 tratamentos. Existe quantidade suficiente para todos eles. Se os 11.400 entrarão logo em tratamento ou se os estados dependendo da quantidade de médicos e hospitais tratam todos ao mesmo tempo ou se dividem em dois grupos, isso é com cada estado.

Existem estados que aceitam receitas de médicos particulares e de planos de saúde e outros estados somente aceitam receitas de médicos do SUS, o que é totalmente ilógico. Por Lei cada estado pode decidir autorizar receber receitas de médicos particulares e de convênios, conforme a PORTARIA Nº 2.928, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2011 que diz:

Art. 1º Esta Portaria dispõe sobre os § § 1º e 2º do art. 28 do Decreto n° 7.508, de 28 de junho de 2011, que versam sobre a possibilidade dos entes federativos ampliarem o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública a justifiquem, e a competência do Ministério da Saúde de estabelecer regras diferenciadas de acesso a medicamentos de caráter especializado.

Art. 2º Para os fins do disposto no art. 1º, poderão ser aceitas documentações oriundas de serviços privados de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), desde que respeitadas as regulamentações dos Componentes da Assistência Farmacêutica definidas pelo SUS e as pactuações realizadas nas Comissões Intergestores Tripartite (CIT) e Bipartite (CIB);

Art. 3º Para os fins do disposto no art. 1º, as documentações oriundas de serviços privados de saúde também serão aceitas..............


(Encontrada na integra em http://www.hepato.com/images/Portaria_2918_2011.pdf )

Portanto, não se justifica que estados que estão com a capacidade de atendimento aos infectados lotados, dificultando o acesso a novos pacientes com hepatite não aceitem receitas de médicos particulares e de convênios. Esses estados que negam acesso aos medicamentos deveriam seguir o exemplo de São Paulo, que pela Nota Técnica 01 de 7 de outubro de 2015 regulamentou o acesso, aceitando as receitas de médicos de fora do SUS (Encontrada na integra em http://www.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/gestor/assistencia-farmaceutica/notas-tecnicas/nota_tecnica_conjunta_01_2015_hepatite_viral_c.pdf )

Se o seu estado não aceita, não fique calado, denuncie, procure o Ministério Público para intervir, pois os gestores estaduais poderão até ser condenados por improbidade administrativa por dificultar o acesso a saúde dos infectados.

FINALIZANDO:

O Brasil será o primeiro país em desenvolvimento a ter acesso universal aos mais modernos medicamentos contra hepatite C. A nova terapia estará disponível aos pacientes já em novembro.

O novo tratamento é composto pelos medicamentos daclatasvir, simeprevir e sofosbuvir e vai beneficiar cerca de 30 mil pessoas nos próximos 12 meses. Estará disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). As medicações têm 90% de eficácia e diminuem o tempo de tratamento dos pacientes com hepatite C para 84 dias corridos (12 semanas).

O ministério conseguiu negociar os preços dos medicamentos com as indústrias farmacêuticas, com descontos de 90% em relação ao mercado internacional.

As novas medicações vão beneficiar pacientes que apresentavam má resposta ao tratamento anteriormente ofertado, entre eles os portadores de coinfecção com o HIV, cirrose descompensada, pré e pós-transplante. A grande vantagem do novo protocolo é a ampliação do acesso ao tratamento de hepatite C com o fornecimento das medicações até o final do tratamento, além de padronizar uma rotina de exames e de consultas médicas para os pacientes.

Ontem estive em Brasília representando a sociedade civil na cerimônia da entrega do primeiro tratamento da hepatite C a uma paciente. Foi o Ministro quem fez a entrega (segue a foto).

Hoje o sofosbuvir e o daclatasvir começam a serem enviados aos estados, quando então a celeridade da entrega aos pacientes passa a ser dos programas estaduais de hepatites e das secretarias estaduais da saúde.

Os estados enviaram uma lista para atender inicialmente 11.400 pacientes, já cadastrados. Os infectados ainda não cadastrados devem procurar os médicos para completarem os exames e serem encaminhados para protocolar a solicitação dos medicamentos.

Praticamente todos os estados já aceitam protocolar os pedidos para analises, somente uns poucos, desorganizados, os incompetentes de sempre, é que não aceitam os documentos e judiam dos pacientes informando que ainda não receberam ordens para aceitar as solicitações.

A data foi cumprida! Parabéns a todos os que se envolveram nessa luta.


Momento do recebimento dos novos medicamentos pela primeira paciente

 Momento do recebimento dos novos medicamentos pela primeira paciente


Carlos Varaldo
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015

ALERTA VERMELHO


Sofosbuvir e Ledipasvir são falsificados com o nome do LAFEPE - Laboratório Farmacêutico de Pernambuco. ALERTA VERMELHO!

10/10/2015


Recentemente lotes dos medicamentos SOFOSBUVIR/ LEDIPASVIR, falsificados com a marca do LAFEPE - Laboratório Farmacêutico de Pernambuco, foram identificados na China, esta semana outros produtos apareceram em Países do Mercosul, como mostram as fotos a seguir:

Sofosbuvir/Ledipasvir falsificado para venda em Paraguai e países d América Latina

Sofosbuvir/Ledipasvir falsificado para venda em Paraguai e países d América Latina



Sofosbuvir/Ledipasvir falsificado para venda pela China

Sofosbuvir/Ledipasvir falsificado para venda pela China



Sofosbuvir/Ledipasvir falsificado

Sofosbuvir/Ledipasvir falsificado


O LAFEPE e o fabricante dos medicamentos estão tomando as devidas providencias para o mais amplo esclarecimento público, bem como no encaminhamento das demais ações cabíveis contra esses verdadeiros criminosos que inescrupulosamente burlam o fisco, as Autoridades Sanitárias e colocam em risco a vida das pessoas. 

São medicamentos falsos, sem qualquer principio terapêutico. A falsificação como alertamos ontem, já começou e está correndo solta no mundo todo. Até o endereço do LAFEPE não é o verdadeiro 

A ALFOB - Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais do Brasil - trabalha em estreita colaboração com a ANVISA e com as demais agências reguladoras no sentido de "vigiar e coibir" tais atrocidades buscando identificar e denunciar os responsáveis por estes verdadeiros crimes contra a saúde pública. 

Carlos Varaldo
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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Liberado o pagamento dos medicamentos



BOA NOTICIA - Liberado o pagamento dos medicamentos

Hoje o governo realizou o pagamento dos medicamentos! Semana próxima estarão em Brasília e na segunda quinzena de outubro chegarão aos estados. Triunfamos!

Obrigado a todos os que de diversas formas participaram dos diversos movimentos para que os novos medicamentos passem a ser fornecidos no SUS, desde aqueles que em julho do ano passado levantaram assinaturas no abaixo assinado, aqueles que solicitaram um pedaço da bandeira e ajudaram a completar 240 metros, aqueles que estiveram em Brasília abrindo a bandeira, as sociedades medicas,  a muitos que dentro do ministério da saúde de forma anônima fizeram esforços incríveis para encontrar soluções, ao pessoal da ANVISA  e da CONITEC e a muitos outros, entre eles a industria que com a subida do dólar renegociou o preço solidários com a atual situação econômica, não fosse esse esforço conjunto teria sido impossível ter os medicamentos em um momento de crise econômica como a que esta passando o país.

E especialmente, em nome de todos o meu muito obrigado ao ministro Artur Chioro por ter cumprido a promessa feita no dia 27 de julho quando publicamente falou que antes do final do ano os medicamentos chegariam aos pacientes e  antes de sair honrou a palavra.

Em fim, foi o esforço coletivo, foi essa mudança de atitude dos próprios infectados que saindo do anonimato da tela do computador passaram a ser ativistas em defesa da nossa causa. Fica provado que juntos podemos, sim, vencer as hepatites.

Fico feliz de saber que muitos irão curar a hepatite C e sei também que muitos quando curados nunca mais irão querer saber da doença e estarão solicitando que não mais querem receber noticias sobre as hepatites, mas esse será para mim um lamento que vai me deixar muito feliz.  Muitos estarão diagnosticando a hepatite e por isso vamos sempre estar reunindo infectados para lutar por mais e mais medicamentos, por melhor atendimento.

Bom, e um momento para comemorar, a todos, desde o Congresso Brasileiro de Hepatologia, um bom final de semana a todos..

(Desculpem os erros, estou escrevendo de um teclado em Inglês, sem acentos)
  
Carlos Varaldohepato@hepato.com www.hepato.com 


https://mail.google.com/mail/?tab=wm#inbox/15026d018c088f06

domingo, 9 de agosto de 2015

TRATAMENTO DA HEPATITE C ...




Tratamento da hepatite C em co-infectados HIV/HCV cura até 100% dos pacientes

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FONTE:

http://hepato.com/p_hiv_hcv/011_hiv_port.php

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Microwaving food in plastic linked to diabetes: study

Put your food in a glass container or on a non-plastic plate instead.
Nuke your food in plastic and you could be dropping a bomb on your health.

Toxic chemicals from such containers leech into food when heated — and can cause insulin resistance and elevated blood pressure, two harbingers for diabetes.

The chemicals enter the body even when not heated, but at much smaller doses, says lead author Dr. Leonardo Transande, a professor at NYU Langone.

“Heating enhances contamination,” he told the Daily News.

Trasande and his team studied two phthalates — compounds in plastics — that were introduced over the last 10 years after a similar compound was found to be dangerous.

The two replacement chemicals weren't all that better, according to researchers, who found a "significant association" between high blood pressure and the chemicals.

An earlier study from May found a link between the chemicals and insulin resistance, a precursor to diabetes in which the body can’t use the hormone it makes.

Even just a little exposure to phthalates was worrisome because it can have “lifelong effects,” Trasande said.

To lower your risk, don't heat plastic containers and plastic wrap in the microwave, and don't put plastic containers in the dishwasher. Also, avoid drinking from plastic bottles that have the number 3, 6 or 7 stamped on the bottom — a sign that the bottles have questionable chemicals in them.

In addition, toss any containers that are edged or scarred from overuse. That means their protective layers are worn out and "suggests a higher leeching," Trasande said.

Previous research has called phthalates' safety into question, but they've never been proven to have a direct adverse effect on health. BPA is another common chemical that's rumored to be dangerous, but it is in a different chemical class.

Federal law does not require chemicals to be tested before they're used on large populations.

"(There are) ongoing flaws to the regulatory framework (that) chemicals are innocent until proven guilty," said Trasande.

The study builds on previous research linking environmental toxins to metabolic conditions. Behind diet and exercise, “mounting evidence suggest chemicals may represent a substantial third factor" in our nation’s obesity crisis, Trasande said.

FONTE:

http://m.nydailynews.com/life-style/health/chemicals-plastic-linked-health-problems-study-article-1.2285790 


TRADUZIDO PELO GOOGLE:


Coloque seu alimento num recipiente de vidro ou sobre uma placa não plástico em vez.
Armas nucleares a sua comida em plástico e você poderia estar soltando uma bomba sobre a sua saúde.

Os produtos químicos tóxicos de tais recipientes sanguessuga em comida quando aquecida - e pode causar resistência à insulina e pressão arterial elevada, dois arautos para diabetes.

Os produtos químicos entram no corpo mesmo quando não aquecida, mas em doses muito menores, diz o principal autor Dr. Leonardo Transande, professor da NYU Langone.

"Aquecimento aumenta a contaminação", disse ao Daily News.

Trasande e sua equipe estudaram dois ftalatos - compostos em plásticos - que foram introduzidas ao longo dos últimos 10 anos depois de um composto semelhante foi encontrado para ser perigoso.

Os dois produtos químicos de substituição não foram todos que melhor, de acordo com pesquisadores, que encontraram uma "associação significativa" entre a pressão arterial elevada e os produtos químicos.

Um estudo anterior de Maio encontraram uma ligação entre os produtos químicos e resistência à insulina, um precursor da diabetes em que o corpo não pode usar o hormônio que faz.

Mesmo apenas um pouco de exposição aos ftalatos era preocupante porque pode ter "efeitos ao longo da vida", disse Trasande.

Para reduzir o risco, não aquecer recipientes de plástico e filme plástico no microondas, e não colocar recipientes de plástico na máquina de lavar. Além disso, evitar beber de garrafas de plástico que têm o número 3, 6 ou 7 estampados no fundo - um sinal de que as garrafas têm substâncias químicas questionáveis ​​neles.

Além disso, lance quaisquer recipientes que são afiadas ou cicatrizes por excesso de uso. Isso significa que suas camadas de proteção estão desgastados e "sugere uma leeching superior", disse Trasande.

Pesquisas anteriores já haviam chamado a segurança em causa 'ftalatos, mas nunca foi provado ter um efeito adverso directo sobre a saúde. BPA é um outro produto químico comum que é rumores de ser perigoso, mas é em uma classe química diferente.

A lei federal não requer produtos químicos a serem testados antes de serem utilizados em grandes populações.

"(Há) falhas em curso do quadro regulamentar (que) os produtos químicos são inocentes até prova em contrário", disse Trasande.

O estudo baseia-se em pesquisas anteriores que liga toxinas ambientais para condições metabólicas. Atrás de dieta e exercício, "evidências crescentes sugerem produtos químicos pode representar um terceiro fator substancial" na crise de obesidade da nossa nação, disse Trasande.





quinta-feira, 2 de julho de 2015

ÔMEGA 6


Ácidos graxos n−6 (popularmente conhecidos como ácidos graxos ω−6 ou ácidos graxos ômega-6) são uma família de ácidos graxos insaturados que tem em comum uma terminação carbono–carbono na posição n−6, ou seja, na sexta ligação, a partir de sua terminação metil.
Os efeitos biológicos dos ácidos graxos n−6 são mediados por sua conversão em eicosanoides n-6 que se ligam a diversos receptores encontrados em todos os tecidos do corpo. A conversão de tecido ácido araquidônico (20:4n-6) para n-6 Prostaglandina e n-6 hormônios Leucotrienos é objeto de vários estudos para remédios e tratamentos para diminuir excessivas ações n-6 em arteriosclerose, asma, artrite, doenças vasculares, trombose, processos imuno-inflamatórios e proliferação de tumores. Interações competitivas com o ômega 3 afetam a reserva, mobilização, conversão e ação dos precursores eicosanoides n-3 e n-6.
Estudos de 2008 com ratos sugerem que o ácido araquidônico, uma gordura ômega 6, pode destruir neurônios, causando o Mal de Alzheimer1 .

Efeitos negativos para a saúde[editar | editar código-fonte]

Algumas pesquisas médicas sugerem que níveis excessivos de ácidos graxos n-6, em relação a certos ácidos graxos n-3, podem aumentar a probabilidade de ocorrência de algumas doenças.2 3 4
As dietas ocidentais contemporâneas tipicamente têm proporções de ômega 6 para ômega 3 em excesso de 10 para 1, algumas chegam a 30 para 1. A razão indicada é estimada em 4 para 1 ou menor.5 6
Excesso de gorduras n-6 interfere com os benefícios à saúde de gorduras n-3, em parte, porque elas competem pelas mesmas enzimas. A alta proporção de gorduras n-6 para n-3 na dieta altera o estado fisiológico dos tecidos em direção ao aparecimento de várias doenças: pro-trombóticas, pro-inflamatórias e pro-constritivas.7
A produção crônica excessiva de eicosanoides n-6 é associada com ataques cardíacos, derrame trombótico, arritmia, artrite, osteoporose, inflamação, alterações de humor, obesidade e câncer.8 Vários medicamentos usados para tratar e administrar essas condições agem bloqueando os efeitos da potente gordura n-6, o ácido araquidônico.9 Vários passos na formação e ação dos hormônios n-6 a partir de ácido araquidônico seguem mais vigorosamente do que os correspondentes passos competitivos na formação e ação de hormônios n-3 a partir de ácido eicosapentaenoico.10 As medicações inibidoras COX-1 e COX-2, usadas para tratar inflamação e dor, agem prevenindo que as enzimas COX convertam ácido araquidônico em compostos inflamatórios.11 Os medicamentos inibidores de LOX frequentemente usados para tratar asma agem prevenindo que a enzima LOX converta o ácido araquidônico em leucotrienos. 12 13 Vários dos medicamentos anti-mania usados para tratar o distúrbio bipolar agem alvejando a cascata de ácido araquidônico no cérebro.14
Um alto consumo de omega-6 ácidos graxos polinsaturados (PUFAs), os quais são encontrados na maior parte dos óleos vegetais, pode aumentar a probabilidade de mulheres pós menopausa desenvolvam câncer de mama.15 Efeitos similares foram observados em relação ao câncer de próstata.16 Outras análises sugeriram uma associação inversa entre ácidos graxos polinsaturados e risco de câncer de mama, porém ácidos graxos polinsaturados individualmente considerados comportam-se diferentemente. [...] um derivativo 20:2 de ácido linoleico [...] foi inversamente associado com o risco de câncer de mama.17

Fontes dietárias[editar | editar código-fonte]

Os quatro principais óleos alimentares (palma, soja, canola, e girassol) provêm mais de 100 milhões de toneladas anualmente, provendo mais de 32 milhões de toneladas de ácido linoleico n-6 e 4 milhões de toneladas de ácido alfa-linoleico.18
Fontes dietéticas de ácidos graxos n-6 incluem:19



FONTE:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ômega_6#Fontes_diet.C3.A1rias